Comércio Exterior

Comércio Exterior: 5 maiores desafios das empresas brasileiras!

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Escrito por Conteflex

Atuar com comércio exterior abre boas oportunidades para organizações que desejam melhorar seu desempenho econômico, podendo expandir seus destinos de entregas e aumentar suas vendas. Todavia, independentemente se atuam com exportação, importação ou com ambas, existem muitos desafios nessa área que costumam gerar entraves no dia a dia das empresas brasileiras que nela operam.

Quer saber quais são? Então confira a lista que separamos com 5 dos principais!

1. Burocracia e documentação

O alto nível de burocracia costuma ser um dos piores problemas enfrentados no mercado, porém as proporções se ampliam quando o assunto é comércio exterior. Isso porque, além de lidar com documentações e regulamentações brasileiras, as empresas também precisam atender e interpretar as normas de outros países.

Muitas vezes, a burocracia é tão elevada, complexa e custosa, que muitos empresários desistem de tentar obter isenções ou benefícios fiscais em situações específicas,  como nos Acordos de Livre Comércio (FTAs).

No que compete ao Brasil, processos antiquados, exigências governamentais que mudam com frequência e elevados custos são problemas comuns na área. Por exemplo, atividades como gerenciamento de despachantes e classificação de importação de produtos costumam ter elevado nível burocrático.

Além disso, questões envolvendo burocracia levantam muitas preocupações em relação a multas e taxas.

2. Tributação e preços altos

Os tributos a serem pagos tanto no país origem quanto no país destino das transações também costumam causar dores de cabeça aos gestores. Isso porque a alta tributação, além de impactar nos preços dos produtos e diminuir a competitividade deles, ainda pode gerar problemas legais, incorrendo em taxas, multas, juros e outras onerações, caso a empresa não atenda alguma norma na hora de pagar impostos.

3. Deficiência na infraestrutura

Investir em infraestrutura é uma das dicas para quem quer otimizar as entregas de mercadoria de sua empresa. Todavia, as empresas que trabalham com comércio exterior dependem muito da infraestrutura dos portos e estradas do Brasil para descarregamento de produtos no cais, estocagem e transporte das mercadorias.  E sabe-se que eles não estão nas condições ideais para um fluxo contínuo e otimizado de exportações e importações

No Brasil, os produtos costumam ficar estocados de 2 a 3 vezes mais tempo do que em países que investem mais na infraestrutura de seus portos, tudo por conta das limitações estruturais.

4. Desconhecimento de parceiros, fornecedores e clientes no exterior

Outro desafio das empresas que trabalham como comércio exterior é o desconhecimento de parceiros, fornecedores ou clientes nos países nos quais opera.

Para quem exporta fica mais difícil avaliar a satisfação do cliente em relação à entrega e ao produto caso não disponha de ferramentas que permitam coletar informações sobre isso.

Já os que compram podem ter surpresas desagradáveis com matérias primas ou produtos adquiridos com fornecedores desconhecidos, que não tenham suas reputações e integridades empresariais devidamente levantadas.

Aliás, isso tem causado muitos problemas para empresas americanas que importam produtos de organizações do sudeste asiático, pois muitas dessas são acusadas de trabalho escravo, o que, consequentemente, afeta o modo como as marcas das importadoras são vistas pelos clientes.

5. Falta de mão de obra qualificada

Muitas empresas que trabalham com comércio exterior sofrem para conseguir pessoas qualificadas para integrarem seus quadros de colaboradores. Isso porque, além de buscar profissionais que falam vários idiomas, também é preciso encontrar indivíduos que consigam interpretar leis e normas fiscais de diferentes regiões do mundo e que consigam trabalhar com aspectos culturais dessas regiões.

Para superar esses desafios, toda organização que deseja trabalhar com comércio exterior deve buscar melhorar seu processo logístico para atuar de forma otimizada, minimizando os transtornos. Investir em capacitação de seu próprio quadro de funcionários para que consigam atuar com agentes internacionais também é importante.

Além disso, é preciso investimento em gestão e em tecnologias modernas que facilitem o gerenciamento de atividades de comércio exterior. E isso não vale só para as grandes empresas, pois pequenas e médias organizações também precisam se especializar e adotar esses pontos se querem aproveitar as boas oportunidades dessa área.

Ficou com alguma dúvida sobre os desafios do comércio exterior? Compartilhe conosco nos comentários para que possamos ajudar!

 

Sobre o autor

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Conteflex

A Conteflex é ,hoje, uma das maiores e mais respeitadas empresas do setor de produção de Big Bags do país. Com aproximadamente 1325 funcionários, representantes espalhados em todo Brasil que atuam em diversos mercados como: alimentício, fertilizante, minério, petroquímico, açúcar e outros, sendo reconhecida pela qualidade de seus produtos, sistema de gestão integrado, atendimento personalizado e excelente quadro de colaboradores.

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